Espetáculo Infanto-juvenil - O Pequeno Principe no Cerrado

ESTREIA:
Teatro SESC Palmas – de 07 a 10 de outrubro de 2021 (confirmado)

SINOPSE:
Buscando entender os mistérios do universo, um jovem de um pequeno planeta bem distante sai em busca de respostas em vários mundos, e se depara no meio do cerrado brasileiro com um piloto de avião que estava caído, e com ele encontrará todas as respostas que faltavam. Essa é uma adaptação livre de uma das histórias mais lidas da humanidade, o Pequeno Príncipe. Esse clássico permite uma viagem lúdica, atual e mágica. Um espetáculo infanto-juvenil para a família, colorido e fantasioso para repensar seus próprios valores e redescobrir o prazer da infância. (Classificação: Livre / Gênero: Infanto-juvenil)

FICHA TÉCNICA
Realização: Companhia Cenaberta de Teatro
Texto: Antoine de Saint Exupéry
Adaptação Livre: Ana Isabel Friedlander
Direção: Kaká Nogueira
Codireção: Ana Isabel Friedlander
Produção Executiva: Bell Gama
Elenco: Juliano Gomes, Bia Coelho e ?
Preparadores de Elenco/Consepção Cênica: Jhon Weiner e Caroline Nogueira
Preparação Circense: Kadu Olivier
Cenário: Cia. Cenaberta
Figurinos:  Cia. Cenaberta
Iluminação: Lúcio Miranda
Sonoplastia Exclusiva: Heitor Oliveira e Diego Brito
Ascom: Cinthia Abreu

Esse espetáculo conta com apoio cultural

“Este projeto foi contemplado pelo Prêmio Aldir Blanc Tocantins do Governo do Estado do Tocantins, com apoio do Governo Federal – Ministério do Turismo – Secretaria Especial da Cultura, Fundo Nacional de Cultura”

“Este projeto foi patrocinado com recursos do Fundo Municipal de Apoio à Cultura – Promic 2019”

Detalhes da Montagem

O Cenário

O Cenário simples, marcado por símbolos do cerrado, evidenciado o segundo maior bioma do país, e também o mais ameaçado. Com ênfase à fava-de-bolota, árvore símbolo do Tocantins, mas, também, um espaço com aridez acentuada, porém com evidente beleza, marcada pela iluminação do espetáculo; com poucos objetos de cena. A pesquisa da produção do espetáculo, foca na cultura regional, seus símbolos e lendas, que contribuirão para a estética final do cenário.

O Cenário lúdico traz alguns pêndulos que sustentam objetos que voarão durante a cena, que, junto com a iluminação faz desse universo fantasioso único e atual. Os animais e objetos manipulados (animados) passam durante a apresentação, hora físicos, hora sombras, controlados pela cenotécnica do espetáculo, que dá uma magia extra à peça e busca a inovação tecnológica que queremos fortalecer no Tocantins.

Também conta com painel grafitado, com cores vividas que dá sensação de grandiosidade aos elementos e contribui para criar um ambiente lúdico e mágico.

A Sonoplastia

A sonorização é toda autoral e a pesquisa valoriza sons do cerrado, de animais e pássaros das florestas. Sons que unem o clássico e o regional, com pífano, viola de buriti, flautas, violinos e pianos, entre outros, dá ao espetáculo uma sonorização mágica e precisa.

A Iluminação Cênica

A iluminação é o ponto forte da magia do espetáculo, é precisa e criada para valorizar o colorido e a beleza do cerrado, com focos, corredores, projeções e sombras, que criam um ambiente instigante, lúdico e mágico.

A iluminação pontua a diferença da “realidade” e “fantasia, das narrativas, onde a realidade é marcada por uma luz mais quente, típica do cerrado, e nas histórias fantasiosas, a luz ganha colorido, com tons azuis para noite e âmbar para dia, entre outras cores, sombras e efeitos.

O Figurino

O figurino original criado para o espetáculo, valoriza o colorido e a ludicidade, tem cores vibrantes, fortes e marcantes, contrastando com o ambiente seco do cerrado. É agregada ao figurino a composição de uma maquiagem que pontue o caráter mágico e envolvente dos personagens, com pesquisa em lendas da mata e no claw. A opção inicial de inspiração é a série “Hoje é dia de Maria”, também com inspiração no mamulengo e tipos de bonecos animados, bem como no uso de pernas de pau pelos personagens adultos, deixando o pequeno príncipe ainda menor visualmente.

A Concepção Cênica

A escolha de construção cênica do espetáculo valoriza um visual lúdico e fantasioso, hora teatral, hora circense, com interpretação que vai do naturalismo ao expressionismo, muito comuns na comédia Del’arte. Também é opção de direção cênica a interação com a plateia e a construção de um ambiente de magia infantil, mas que contempla todas as idades. Na criação cênica é unido o canto, a dança, elementos circenses como malabares e pernas-de-pau, entre outros. Também é objeto de pesquisa cênica as histórias e lendas do norte brasileiro, em especial do Tocantins, seus animais e pássaros, suas cores, sua vegetação, em especial o cerrado, e sua musicalidade.

A Dramaturgia do Texto

O texto foi adaptado do original pela dramaturga e diretora Ana Friedlander, e busca manter o viés clássico de “O Pequeno príncipe”, mas contextualizado e ambientalizado com o cerrado tocantinense. A ideia não é fazer uma história nova, mas sim, contar esta história como ela deve ser contada, simples, lúdica e mágica. Esses foram os pontos de apoio da adaptação do Texto de Saint Exupéry. Que conta durante a montagem o acompanhamento da autora, que também é codiretora do espetáculo, para que a história ganhe ligações importantes com a cultura, os sons e as lendas locais.